Câncer de Pele

A pele, o maior órgão do corpo humano, é composta por duas camadas: a epiderme, na parte externa, e a derme, na parte interna. Além de regular a temperatura do corpo, ela serve de proteção contra agentes externos, como luz do sol e calor, contra agentes infecciosos e agentes químicos (ingestão de arsênico, exposição a raios-X e rádio).

Câncer da pele é o crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. Qualquer célula que compõe a pele pode originar um câncer, logo existem diversos tipos de câncer de pele, os mais comuns são os carcinomas basocelulares (CBC), os carcinomas espinocelulares (CEC); e o melanoma cutâneo, mais perigoso dos tumores de pele.

A radiação ultravioleta é a principal responsável pelo desenvolvimento do câncer e o envelhecimento da pele. Ela se concentra nos raios solares, que podem ter seu impacto reduzido com o uso de filtros solares.

A exposição solar que pode provocar o câncer de pele é cumulativa, ou seja, aquela exposição desde criança ,e não apenas no último verão. Pesquisas indicam que a exposição excessiva durante os primeiros 10 a 20 anos de vida aumenta muito o risco de câncer de pele. Por isso, é necessário ficar de olho no seu tipo de pele, e proteger-se sempre.

A lesão maligna de pele geralmente é rósea, avermelhada ou escura, e apresenta crescimento lento, mas progressivo. Também pode ter o aspecto de ferida que não cicatriza, ou de pintas que crescem devagar, mas que coçam, sangram ou apresentam alterações de cor, consistência e tamanho (geralmente maior que 6 mm). Outras características importantes dessas lesões são a assimetria e as bordas irregulares.

O dermatologista está na linha de frente na prevenção, diagnóstico, tratamento e seguimento dos cânceres da pele. Este profissional está apto também a detectar precocemente as pintas malignas (melanoma cutâneo).